Conforme previamente combinado deixo à disposição o gabarito das questões do segundo capítulo, constantes na avaliação de sexta-feira.
Bons estudos!!!
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Gabarito apostila 2 ano
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Resumão Modernismo para prova
No século XX, surgiu um movimento que queria renovar o estilo da Literatura, rompendo com a Literatura tradicional do século XIX (Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo), buscando, assim, inovações modernas para o novo século: é o Modernismo (antes houve um momento de transição chamado de Pré-Modernismo). Os modernistas queriam uma Literatura livre, sem "fórmulas" e sem regras, sem palavras cultas e formais demais, sem o rebuscamento do vocabulário, sem a cultura tradicional e acadêmica.
O Modernismo no Brasil começou com a Semana de Arte Moderna de 1922, que foi a reunião de vários artistas (pintura, literatura, música, arquitetura, escultura, etc) de várias tendências artísticas que buscavam renovar as artes, difundindo suas ideias e rompendo, assim, com a cultura tradicional e conservadora do século XIX.
O Modernismo teve três fases (gerações):
1ª Geração Modernista (1922 - 1930)
Os principais nomes dessa geração foram: Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mário de Andrade,
As principais características dessa geração foram: linguagem livre (poesia sem regras de rima e de métrica),linguagem coloquial (livre de formalismos e de palavras cultas), gírias e até erros gramaticais (porque os erros de gramática e a linguagem coloquial é a linguagem usada pelos brasileiros). Temas tratados com irreverência e ironia(bom-humor, piada, paródia), temas inspirados no cotidiano das pessoas e poemas "relâmpagos" (curtíssimos e breves).
Claro que tudo isso irritava os mais conservadores e tradicionais.
Exemplo de texto modernista da primeira geração:
Pronominais (Oswald de Andrade)
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Observe que: não existe rima, nem métrica, nem formalismos. A linguagem é coloquial e também é impregnada de irreverência e ironia. Não há preocupação com erros de português. Enquanto que a gramática diz que o correto é "dê-me", o poeta zomba da gramática e escreve "me dá". Ele está mais interessado na gramática coloquial que é usada no cotidiano das pessoas, ou seja: o poeta prefere a modalidade linguística mais adequada à realidade brasileira.
Em outras palavras: "que se dane a gramática e os velhos conservadores do século passado, isso aqui é Modernismo, pô!".
Macunaíma, índio da tribo tapanhumas, nasce as margens do rio Uraricoera, na Amazônia. Vive com os irmãos Maanape e Jinguê, até a morte da mãe, quando os três partem em busca de aventuras. O herói encontra Ci, Mãe do Mato, rainha das Icamiabas, tribo de amazonas, faz dela sua mulher e torna-se Imperador do Mato-Virgem. Ci dá à luz um filho, mas ele morre e ela também, logo em seguida.
Antes de virar estrela no céu, ela dá a Macunaíma um amuleto, a muiraquitã (uma pedra verde em forma de lagarto), que o herói perde e vai parar nas mãos de Venceslau Pietro Pietra, o gigante Piaimã comedor de gente, que mora em São Paulo.
Macunaíma e seus irmãos descem para a cidade grande para tentar recuperar a muiraquitã. Em São Paulo, assistimos à descoberta da civilização industrial por Macunaíma e suas lutas contra o gigante até recuperar o amuleto. Quando o herói consegue a façanha, retorna para o Uraricoera. Lá, sofrera a perda dos irmãos e a vingança de Vei, a deusa do sol.
Vei havia oferecido a Macunaíma uma de suas filhas em casamento, quando ele visitara o Rio de Janeiro. O herói fez um trato com ela de não andar mais atrás de mulher nenhuma, mas assim que fica sozinho, corre atrás de uma portuguesa.
Para se vingar, no final do livro, Vei faz Macunaíma sentir um forte calor, que desperta seus insaciáveis desejos sexuais; então, lança-o nos braços de uma Uiara, monstro disfarçado de bela mulher que habita o fundo dos lagos. O herói é destroçado e perde definitivamente a muiraquitã. Cansado de tudo, Macunaíma vai para o céu transformado na Constelação da Ursa Maior.
O Modernismo no Brasil começou com a Semana de Arte Moderna de 1922, que foi a reunião de vários artistas (pintura, literatura, música, arquitetura, escultura, etc) de várias tendências artísticas que buscavam renovar as artes, difundindo suas ideias e rompendo, assim, com a cultura tradicional e conservadora do século XIX.
O Modernismo teve três fases (gerações):
1ª Geração Modernista (1922 - 1930)
Os principais nomes dessa geração foram: Manuel Bandeira, Oswald de Andrade e Mário de Andrade,
As principais características dessa geração foram: linguagem livre (poesia sem regras de rima e de métrica),linguagem coloquial (livre de formalismos e de palavras cultas), gírias e até erros gramaticais (porque os erros de gramática e a linguagem coloquial é a linguagem usada pelos brasileiros). Temas tratados com irreverência e ironia(bom-humor, piada, paródia), temas inspirados no cotidiano das pessoas e poemas "relâmpagos" (curtíssimos e breves).
Claro que tudo isso irritava os mais conservadores e tradicionais.
Exemplo de texto modernista da primeira geração:
Pronominais (Oswald de Andrade)
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Observe que: não existe rima, nem métrica, nem formalismos. A linguagem é coloquial e também é impregnada de irreverência e ironia. Não há preocupação com erros de português. Enquanto que a gramática diz que o correto é "dê-me", o poeta zomba da gramática e escreve "me dá". Ele está mais interessado na gramática coloquial que é usada no cotidiano das pessoas, ou seja: o poeta prefere a modalidade linguística mais adequada à realidade brasileira.
Em outras palavras: "que se dane a gramática e os velhos conservadores do século passado, isso aqui é Modernismo, pô!".
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Resumo obra "MACUNAÍMA" de Mario de Andrade
Antes de virar estrela no céu, ela dá a Macunaíma um amuleto, a muiraquitã (uma pedra verde em forma de lagarto), que o herói perde e vai parar nas mãos de Venceslau Pietro Pietra, o gigante Piaimã comedor de gente, que mora em São Paulo.
Macunaíma e seus irmãos descem para a cidade grande para tentar recuperar a muiraquitã. Em São Paulo, assistimos à descoberta da civilização industrial por Macunaíma e suas lutas contra o gigante até recuperar o amuleto. Quando o herói consegue a façanha, retorna para o Uraricoera. Lá, sofrera a perda dos irmãos e a vingança de Vei, a deusa do sol.
Vei havia oferecido a Macunaíma uma de suas filhas em casamento, quando ele visitara o Rio de Janeiro. O herói fez um trato com ela de não andar mais atrás de mulher nenhuma, mas assim que fica sozinho, corre atrás de uma portuguesa.
Para se vingar, no final do livro, Vei faz Macunaíma sentir um forte calor, que desperta seus insaciáveis desejos sexuais; então, lança-o nos braços de uma Uiara, monstro disfarçado de bela mulher que habita o fundo dos lagos. O herói é destroçado e perde definitivamente a muiraquitã. Cansado de tudo, Macunaíma vai para o céu transformado na Constelação da Ursa Maior.
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Contexto Histórico - Modernismo - REVISÃO
Para entender o movimento literário e o desejo de renovação dos autores modernistas, é necessário que se conheça a história da época. Leia com atenção, faça um resumo e leve para a sala.(manuscrito ou digitado)para o dia 28 de agosto.
Contexto histórico
O Modernismo nasceu em uma época de total renovação mundial. Assim como algumas mudanças deram origem ao Romantismo e inauguraram o mundo burguês, a Modernidade teve como uma de suas grandes marcas a negação desse mundo idealizado. Período violento, o início do século XX foi marcado por guerras e movimentos revolucionários que buscaram mostrar a outra face do mundo burguês e do capitalismo: a luta desenfreada por lucro e por mercado, bem como pela efetivação de utopias.
Dos fatos mais marcantes que ocorreram no início do século XX, dois se destacam: a Primeira Guerra Mundial (19141918) e a Revolução Russa (1917). Desde a última guerra de porte ocorrida no século XIX, a Guerra Franco Prussiana (1871), a Europa vivia uma relativa paz. Essa guerra serviu para a consolidação da Prússia sobre os demais estados germânicos, dando origem à Alemanha.
Surgindo tardiamente enquanto estado, mas possuindo um povo já com relativa unidade, esse país foi palco das primeiras manifestações modernas na arte. Juntamente com os simbolistas franceses e os dândis ingleses, os alemães formaram a corrente que norteou a arte do século XX.
Dessas experiências, tiveram destaque as divulgadas pelos simbolistas enquanto uma nova arte, de caráter pessoal e incomunicável, por ser a base da própria existência de cada ser. Nela, a vida era justificada somente com base em uma experiência estética entre o ser e o mundo, que acabava resultando em uma fusão entre o interno e o externo, isto é, nem um nem outro poderiam ser explicados separadamente.
Dos movimentos de vanguarda, vale ressaltar:
Expressionismo:
teve como ponto central a incorporação do externo pela visão do sujeito. Na pintura, deformações, distorções, jogo de luzes e cores eram algumas das características.
Dadaísmo:
talvez tenha sido o mais radical movimento de vanguarda. Sua proposta era desestruturar o mundo todo, criando um ambiente provisório e instável no qual nada mais podia ser dado como certo ou verdadeiro. Toda a vida deveria ser reduzida à arte e por ela ser gerida.
Cubismo:
a tentativa de se constituir na obra de arte o próprio mundo como um todo
(e não mais uma mera reprodução parcial) criou como característica uma expansão dos
limites da arte, que não ficava mais reclusa ao espaço a ela destinado. Assim como a pintura, buscou a tridimensionalidade, mas não mais pela construção de uma sensação de profundidade, e, sim, por assumir-se bidimensional e, em vez de imitar a profundidade, construir a realidade total (tridimensional), decompondo-a em formas elementares (geométricas).
Surrealismo:
a busca de um local onírico, marcado pela diluição do mundo no inconsciente, especialmente no sonho, teve como resultado a construção de mundos estranhos aos padrões convencionalmente aceitos de realidade.
Futurismo:
pela marca da velocidade e do progresso, que caminha em direção à destruição do passado, e pela construção de belezas (estética) marcada pelas novidades do mundo moderno, o Futurismo acabou sendo uma corrente artística que nega a história e glorifica a tecnologia. Das vanguardas artísticas europeias, é a que mais se engaja politicamente, uma vez que, em pouco tempo, seus participantes acabaram seguindo dois caminhos: ou negavam seu próprio caráter futurista ou uniam-se ao fascismo.
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A Primeira Guerra Mundial, iniciada em 1914 e que serviu de palco para todas essas manifestações, foi causada pela vontade expansionista dos alemães, que buscavam uma nova divisão de forças internacionais entre as potências econômicas capitalistas. O choque entre os interesses alemães, de um lado, e franceses e ingleses, de outro, acabou levando para dentro da Europa as disputas de mercado que já vinham ocorrendo nas colônias. O resultado dessa guerra foi uma catástrofe humana, com milhões de mortos, entre eles militares e civis, dos dois lados.
Pouco depois de ter iniciado a Primeira Guerra, estourava, na Rússia, uma revolução (1917), que ficou conhecida como Revolução Russa e foi a primeira tentativa de construção de uma utopia não-capitalista em uma sociedade moderna. Participante da guerra, lutando contra o estado alemão, a Rússia tinha boa parte de sua população vivendo na miséria. Essa situação de carência absoluta levou a população a se revoltar contra o governo e, organizada pelos bolcheviques, acabou por derrubar o czar e instalar um governo provisório. Entretanto, esse governo não retirou o país da guerra, promovendo uma nova revolta, que, em outubro daquele ano, levou à instalação do primeiro governo socialista do Mundo Moderno.
Com o fim da Primeira Guerra na Europa (1918), a divisão do poder internacional e do mercado ficou bem diferente do que estava menos de meia década antes. Mesmo assim, o desejo alemão de conquista de espaços de influência não se concretizou. O que ocorreu foi uma perda generalizada do poder da Europa para uma nova nação, que passou a assumir o papel principal na política e na economia mundiais: os EUA. Essa florescente nação americana acabou financiando a reconstrução da Europa no período pós guerra.
Essa reconstrução, inicialmente, gerou um movimento de crescimento intenso na economia dos EUA. Entretanto, assim que ela foi chegando ao final, e os países europeus começaram a desenvolver uma maior autonomia em relação a indústrias e capital americanos, bem como quanto a sua economia, um excedente de produção muito grande passou a ser registrado, ano após ano, em território americano. Sem controle, as empresas continuaram a multiplicar seu capital, especialmente no mercado financeiro, mas sem que o consumo de produtos acompanhasse esse crescimento. Isso gerou, em 1929, uma grave crise, em que boa parte delas faliu, e foi necessária a intervenção do
governo. Essa crise ficou conhecida como a Quebra da Bolsa de Nova Iorque. A intervenção do governo americano para solucioná-la acabou, definitivamente, com o modo de se praticar o liberalismo vindo do século XIX (e as conseqüências mais diretas foram a guerra na Europa e a recessão nos EUA).
Nas regiões centrais, atingidas pela guerra e recessão, as pessoas passaram a encarar a vida de outra forma. As vozes de progresso ficaram emudecidas, e, a passos largos, começaram a caminhar para uma individualização cada vez maior ou então a buscar um bem estar comum, como no caso da construção de países socialistas.
Na arte, esse contexto produziu dois tipos principais de estética: de um lado, uma arte engajada, preocupada com as questões sociais e que se posicionou, quase sempre, em defesa da revolução e da destruição do modelo capitalista de sociedade; de outro, uma arte com um nítido caráter hermético, que caminhou para a abstração e procurou separar-se da multidão.
Nessas vertentes, fica claro que o irracionalismo foi um dos pilares da visão artística da sociedade e do mundo no século XX. Ele expressa a falta de sentido de um mundo que, ao defender o progresso e a liberdade, como resultado consegue a guerra, a morte e a destruição.
Esse estado de recessão e desânimo, aliado a um sentimento cada vez maior de nacionalismo, acabou gerando, nos anos de 1930, governos totalitários e que rejeitavam o estrangeiro (xenófobos).
Os dois maiores representantes dessa atitude política foram o fascismo italiano e o nazismo alemão.
Em outros países da Europa, como Portugal e Espanha, e em países latino americanos, como o Brasil, esse tipo de governo acabou sendo uma alternativa para o desenvolvimento e a consolidação de identidades nacionais. Entretanto, se, por um lado, representaram a reestruturação das economias abaladas pela guerra e recessão, por outro, foram marcados pela intolerância, pela perseguição a minorias e pela censura. Em contraposição a esse totalitarismo, buscou-se a construção de um organismo internacional e multilateral, chamado de Liga das Nações, que deveria resolver e gerenciar as questões que estivessem colocando em risco a paz mundial.
Mas essa tentativa acabou em fracasso por não conseguir sobrepor-se a acordos bilaterais entre países, o que gerou uma divisão profunda entre as nações hegemônicas. A ameaça da expansão do socialismo pela Europa acabou criando um espaço propício para que cada país desenvolvesse instrumentos próprios para evitar que suas elites burguesas fossem questionadas e pudessem manter a estrutura de produção.
A defesa das elites e da produção fez com que as nações se armassem cada vez mais, em uma corrida armamentista que culminou em uma nova guerra por mercados e fontes de matéria prima.
O conflito foi iniciado em 1939, quando a Alemanha invadiu a Polônia com o pretexto de estar incorporando um espaço vital para o seu Estado.
A guerra durou até 1945, quando a Alemanha (e seus aliados — Japão e Itália) foi derrotada. O saldo foi uma nova catástrofe humana, com milhões de pessoas mortas.
Ao final do conflito, tentou-se novamente criar um organismo internacional e multilateral, a Organização das Nações Unidas (ONU); dessa vez com maior sucesso, apesar das limitações que ela viria a enfrentar, especialmente pela ingerência das superpotências que se formaram ao terminar a guerra.
*Texto retirado do Portal Positivo.
sábado, 15 de agosto de 2015
Algumas dicas...
Olá, alunos do 2° ano! Inaugurando o blog de Literatura com vocês, tenho algumas dicas para que não se percam no blog, uma vez que ele servirá para as disciplinas em que leciono.
Dessa forma, separarei as postagens por categorias para melhor identificação das turmas. Denominado "índice de assuntos" há um gadget na lateral do blog com os assuntos específicos.
O de vocês é Literatura II.
As postagens serão adicionadas semanalmente e contarão com textos de apoio, propostas de atividades, conteúdos multimídia, entre outros relacionados ao assunto trabalhado durante as aulas. Peço comprometimento e dedicação a esse momento extrassala que estarei disponibilizando a vocês.
Façam bom uso e bons estudos!!!
Abraços,
Professora Kyssila.
Dessa forma, separarei as postagens por categorias para melhor identificação das turmas. Denominado "índice de assuntos" há um gadget na lateral do blog com os assuntos específicos.
O de vocês é Literatura II.
As postagens serão adicionadas semanalmente e contarão com textos de apoio, propostas de atividades, conteúdos multimídia, entre outros relacionados ao assunto trabalhado durante as aulas. Peço comprometimento e dedicação a esse momento extrassala que estarei disponibilizando a vocês.
Façam bom uso e bons estudos!!!
Abraços,
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